quarta-feira, 19 de março de 2008

E em pleno encontro definiu-se, carente de detalhes e explicações, a intenção.

terça-feira, 4 de março de 2008

A você que se foi, mas ainda é...

Não pedirei desculpas, não agora. Não almejo uma "des-culpa", mas sim o perdão.
Vejo tuas falhas, como sempre vi, mas agora também vejo meus pecados hediondos, infinitamente mais danosos que os teus. Vejo-me maestro de tal trajédia, vejo-me arquiteto de dolorosa obra, o artista supremo do egoísmo. Culpando a todos por minhas falhas, atribuindo a todos meus próprios pecados, minha própria podridão.

Talvez teu único erro tenha sido aceitar. Essa tácita aceitação, de rudimentares estratégias sociais. Erro tal -sob este prisma- venerável. Erro nascido da devoção.

Mereço tua vingança, teu ódio, tua raiva. Nada mais fez que devolver-me em mesma moeda o preço que pagaste. Aviso apenas que tua vingança encontra-se sanada, e independe de teus pensamentos ou atos. A culpa, este demônio, corrói-me, destrói-me, atola-me. Dela não fugirei, apenas aceitarei.

De pleno encontro talvez tal desfecho necessite, mas adianto-me e suplico-lhe: Perdoe-me, do fundo de minha alma, do momento mais sincero, vindo de minh'alma, peço-lhe perdão...

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

De vagas ações

Interessante. Tal habilidade em proferir, causa-nos inevitabilidade de aceitar, mas, um lado do prisma apenas enxergamos ao inexorávelmente aceitarmos tais inevitáveis que, policiando-se, evitáveis o são. A irracional ânsia em saber o improvável talvez, ou ambos, seja motivo para ingênuidade tal.
Sendo porém, estas, condições do homem comum, incomum e impossível, não seria talvez culpa do orador ?
Posto que alguém envia e outrem recebe, transfiremos a responsabilidade oculta ao primeiro.
Dito isto portanto, faz-se mister conclusão. Vés! Eu não assisti ao formidável enterro de suas quimeras, e em suas mitologias pessoais não possuo culpa.
Elogios cordiais passatempo dos fúteis são - atirar-me-ei a primeira pedra -, e certos desígnios únicos o são, perdendo todo seu significado, e ofendendo seu teor, quando distribuídos.

De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica ...

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica.

Augusto dos Anjos - A idéia.



Resposta póstuma dar-lhe-ei. Do inferno, livre de bestas mas fértil em demônios, tão pessoais quanto o sonho.



"Pós escrevendo", eu espero que todos morram, em homenagem à espetacular latrina, funda como minha alma, fétida como minha mente, imunda como meu mundo.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Boas vindas...

Partindo dos saudosos e nobres principios de restaurar um blog pra falar mal de pessoas aleatorias, assuntos aleatorios e noticias aleatorias, estamos novamente aqui por engano, nos perfazendo em miásmas putridos (valeu Eneas!) pois, afinal, nosso nome chafurda neste pantano de ignominia que exala odor mefitico.

Como este será tambem um local de exposicao de pensamentos (aleatorios), gostaria de deixar claro aos visitantes que:
1) Ser foda é inerente. Mas ao mesmo tempo somos estupidos o suficiente para criar um blog de trivialidades randomicas. rsrs
2) Odeio gente burra. Gente ignorante a gente ate tem pena, mas burrice é opcional, impagavel e impraticavel. Acidentes de transito geralmente acontecem quando duas pessoas burras resolvem concatenar seus ideais de forma fisica.
ps: friso ainda que: crianca no banco da frente causa acidente. acidente no banco de tras causa crianca.
3) O interessante de quando voce é arrongante o suficiente pra julgar sua propria audiencia de burra é que voce automaticamente incentiva ou desmotiva completamente a pessoa de fazer comentarios no seu blog. Para o bem ou para o mal, comentem... segue-se a maxima do 'falem mal mas comentem no meu blog'.
4) Este blog é, será e, quando acabar, terá sido hediondamente absurdo. Absolutamente execrável, deletério e odiavel. É esta a intenção :)
Me abana legal...

Considerações...

bobagem:
quem nao fala, pensa
quem nao pensa, faz
quem nao faz, fala.

tai um pensamento nobre.